<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="FeedCreator 1.7.2" -->
<rss version="2.0">
	<channel>
		<title>O Centurião e os Soldados</title>
		<description>Comments for O Centurião e os Soldados at http://www.mphp.org , comment 1 to 6 out of 6 comments</description>
		<link>http://www.mphp.org</link>
		<lastBuildDate>Sat, 10 Dec 2011 13:55:28 +0100</lastBuildDate>
		<generator>FeedCreator 1.7.2</generator>
		<item>
			<title>Centurião</title>
			<link>http://www.mphp.org/jesus-historico/o-centuriao-e-os-soldados.html#comment-412</link>
			<description>Tudo bem fazer certas afirmações sobre esse centurião, porém não se esqueça do centurião de Cafarnaum, que foi um homem que até mesmo ajudou a construir uma sinagoga para os judeus(LC 7.4), e o mesmo clamou a Jesus de Nazaré pela cura de seu criado muito estimado(MT 8.5) e lhe foi concedido segundo sua fé. O mesmo centurião que outrora abnegava que existisse um Deus vivo como Javé, se humilhou a Cristo Jesus rogando-lhe a cura.
Nenhuma afirmação sobre o carater desses homens pode ser feito, pois os evangelhos se concentram em notificar os atos de Jesus que provam sua existência e glorificam ao Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. O próprio João, discípulo de Jesus declarou que os demais atos de Jesus não foram testificados porque foram muitos, se assim fossem não haveriam livors para contar tantos milagres.
Busque teu conhecimento historico, e o use para anunciar as boas novas, não deturpe a gloriosa manifestação do Criador, e também não questione que teu antepassado venha ser uma bactéria, ou consequência de uma mera explosão, logo você uma pessoa com tanta inteligência. - Carvalho Coelho</description>
			<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 15:58:58 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Recolocação de comentários apagados inadvetidamente</title>
			<link>http://www.mphp.org/jesus-historico/o-centuriao-e-os-soldados.html#comment-78</link>
			<description>Aos visitantes
Devido a um problema técnico causado por um erro de operação tive que recolocar alguns comentários que foram, inadvertidamente, deletados por mim. Todos estes comentários recolocados ficaram na data de 25/03/2007, quanto a isto nada posso fazera não ser indicar dentro do próprio texto,em uma nota P.S.,a data em que foi o comentário foi, originalmente, postado o que farei posteriormente. 

Minhas desculpas

Administrador
MPHP - Administrador</description>
			<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 16:08:47 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Quem guardou o sepulcro?</title>
			<link>http://www.mphp.org/jesus-historico/o-centuriao-e-os-soldados.html#comment-76</link>
			<description>) Guarda do templo formada por levitas
[quote]&quot;&quot;Tendes uma guarda, ide e guardai o sepulcro, como entendeis&quot; (Mt
27: 62-66). Em bom latim, o praefectus deve ter dito que se eles estavam
tão preocupados assim com o possível desaparecimento do corpo, deveriam
usar a própria guarda do Templo, cujos membros eram recrutados entre
levitas de sua confiança, para executar essa tarefa. Assim eles
fizeram&quot;[/quote]

2) Soldados romanos
[quote]&quot;&quot;deram aos soldados uma vultosa quantia de dinheiro&quot; ... Eles
indicam, ainda, que se, no futuro, houvesse alguma complicação, eles
usariam sua influência para eximi-los de qualquer culpa perante as
autoridades romanas&quot;[/qote]

obs:
1) guarda do templo não tem permissão para usar armas, só varapaus. A
expressão &quot;espadas e porretes&quot; (Mc 14,43) significa soldados romanos
(espadas) e a guarda do templo (porretes). A guarda do templo não é
submissa diretamente às autoridades romanas, mas ao Sumo Sacerdote. Seus
componentes não devem explicações desse episódio às autoridades
romanas. Não ficarão em situação difícil com as autoridades romanas.

2) O texto grego usa a palavra koustodia que aparece apenas 3 vezes no NT:
- Mt 27,65 Disse-lhes Pilatos: Aí tendes uma koustodia; ide e guardai o
sepulcro como bem vos parecer. - Mt 27,66 Indo eles, montaram guarda ao
sepulcro, selando a pedra e deixando ali a koustodia. - Mt 28,11 E, indo
elas, eis que alguns da koustodia foram à cidade e contaram aos
principais sacerdotes tudo o que sucedera.

3) Koustodia é uma guarda romana.
Veja aqui a definição: http://net.bible.org/strong.php?id=2892

Sobre o exército romano veja aqui:
http://members.tripod.com/~S_van_Dorst/legio.html

4) Se era uma koustodia então era formada por soldados do exército
romano. Nesse caso não pode ser a guarda do templo, que não é formada
por soldados, mas por judeus recrutados como foi dito no artigo.

5) Talvez não seria bom pegar essa perícope ao pé-da-letra por causa da
expressão &quot;até o dia de hoje&quot; (Mt 28,15). Isso supõe o ambiente do
final do século I EC e o conflito entre a comunidade de Mateus e a
comunidade dos fariseus em Jabne.

Encerro por aqui, aguardo os artigos que faltam.
Escrevi algo sobre o termo &quot;testemunha&quot; em:
[url]http://www.mphp.org/forum/index.php?topic=5.msg35#msg35[/url]

Nota da MPHP: Comentário originalmente postado em 23/03/07
 - Aíla</description>
			<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 15:49:15 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>...</title>
			<link>http://www.mphp.org/jesus-historico/o-centuriao-e-os-soldados.html#comment-75</link>
			<description>[quote]O centurião, comandante de cem soldados, também apresenta
comportamento esdrúxulo para um oficial romano. Ao presenciar a morte de
Jesus e suas últimas palavras, exclamou: &quot;Verdadeiramente este homem era
filho de Deus!&quot;. Como? Filho de Deus? Que Deus? Como cidadão romano, o
centurião seria politeísta, seria familiarizado com um grande número de
deuses do panteão romano, provavelmente Júpiter, Apolo, Mitra, etc. Mas,
no texto evangélico ele se refere, claramente, ao Deus dos judeus.
Estaria ele tão familiarizado com a cultura judaica a ponto de reconhecer
a divindade judaica como o Deus único e supremo? Isto é muito
improvável.[/quote]

Mc 15,39  O centurião que estava em frente dele, vendo que assim
expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o filho de deus. 

A expressão &quot;filho de deus&quot; em letras minúsculas como aparece no grego
tem sua origem e utilização em ambiente politeísta. Com o termo
“filho” se quer dizer apenas [b]adorador[/b], devoto, protegido por
uma divindade.

O Atrahasis babiloniano é “filho de deus” ou “devoto de Ea”. 

Vários faraós do Egito usaram esse título. O prefixo Moshe significa
filho, adorador, devoto, protegido: Amósis (Amon   Moshe) = adorador de
Amon, filho de Amon. Tutmósis (Tut   Moshe) = adorador de Tut, filho de
Tut Ramsés (Rah   Moshe) = adorador de Rah, filho de Rah

O termo nipônico “scion” também tinha esse significado. Mas
literalmente era um descendente (filho ou filha), um broto destacado ou
ramo (que contenha brotos) de uma árvore usado em enxerto e um possível
herdeiro do trono. Também é um sinônimo para guardião.

No monoteísmo israelita, quando vinha no plural “filhos de Deus” ou
eram os anjos ou se referia aos israelitas. O Sl 89,27-28 traz a fórmula
de adoção divina para o rei: bekôr ettenehû (farei o primogênito)
como um resquício dos antigos mitos, pois corresponde, em acádio, ao
contexto secular de lei familiar: apontar/designar para adoção e era
usado para reconhecer uma especial proteção de uma divindade sobre uma
pessoa.

Mas a expressão “filho de deus” não tinha em nada a conotação que
o cristianismo lhe deu posteriormente. Significava o reconhecimento da
sociedade em relação a alguém que era piedoso, ou melhor justo. Dizer
“filho de deus” era dizer que alguém era [b]ajustado [/b] à vontade
de uma divindade que o protegia. 

Por isso, Lucas escreve o sinônimo da expressão: Lc 23,47 Vendo o
centurião o que tinha acontecido, deu glória a deus, dizendo:
Verdadeiramente, este homem era [b]justo[/b].

Se entendermos os trovões e terremotos e o sol obscurecido como elementos
de um drama bem escrito, ficaremos com a admiração do centurião pela
maneira como Jesus morreu: ele não disse blasfêmias nem impropérios
como se costumava ouvir dos demais condenados, pois eram revolucionários.
Ele não prolongou o tempo na cruz para que os soldados tivessem que lhe
quebrar as pernas.

Não sabemos se o centurião realmente admitiu a inocência de Jesus como
afirmam os textos bíblicos. Sim porque num bom drama o vencedor tem que
honrar o perdedor e a função do centurião ali é representar Roma. E
representar Roma é, antes de tudo, assegurar que a sentença seja
executada.

[u]Fontes[/u]: 
- Stephanie DALLEY (ed. e trad), Myths from Mesopotamia: Creation, the
Flood, Gilgamesh, and Others, New York: Oxford University Press, 1991. -
James B. PRITCHARD (ed.), Ancient near eastern texts: relating to the Old
Testament. Princenton: Princenton University Press, 1974.

Nota da MPHP: Comentário originalmente postado em 21/03/2007 - Aíla</description>
			<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 15:48:26 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>...</title>
			<link>http://www.mphp.org/jesus-historico/o-centuriao-e-os-soldados.html#comment-73</link>
			<description>Oi
Retomando:

Mc 15,34 &quot;À hora nona, clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá
sabactâni? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?&quot;

Primeiramente devemos considerar que os Salmos não eram numerados naquela
época. A maneira correta de citar um salmo em um texto era escrever a
primeira frase ou versículo. Assim Marcos quer dizer apenas que Jesus
recitou em voz alta o Sl 22. Como o evangelho é um texto escrito, Marcos
cita a versão em hebraico do Salmo 22 (o Antigo Testamento foi escrito em
hebraico) copiando o versículo 1 deste salmo. Se você tiver a
curiosidade de ler o Sl 22 inteiro vai entender porque Jesus o escolheu
naquela hora, estava pedindo para que Deus o livrasse, está pedindo
socorro a Deus. Bem, mas Jesus falava aramaico e portanto quando ele
recitou o Salmo 22, o fez nesse idioma. Assim, Jesus disse &quot;eli atta, eli
atta&quot; e não &quot;Eloí, Eloí&quot;. 

[s]Então:[/s]
&quot;Eloí, Eloí&quot; = hebraico (no texto escrito por Marcos)
&quot;eli atta, eli atta&quot; = aramaico (falado por Jesus)

Mc 15,35  &quot;Alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Vede, chama
por Elias!&quot; 

[b]&quot;Alguns&quot;[/b] e não [b]&quot;os soldados&quot;[/b]. Claro. Jesus está sufocando,
não dá pra ouvir direito e o pessoal que está ali para escarnecer do
sentenciado (citados nos versículos anteriores: Mc 15, 29-32) escuta uma
coisa diferente do que é pronunciado por Jesus.

[s]Assim:[/s]

Jesus disse em aramaico: 
&quot;eli atta, eli atta&quot; = meu Deus, meu Deus

E alguns pensam que Jesus disse em aramaico:
Alia ata, Alia ata = “vem Elias&quot;

É só isso, eles não ouviram direito. Só isso.
E não foram os soldados. Ok. 

Depois comentarei sobre o centurião, porque senão a leitura fica
enfadonha. Talvez eu poste amanhã. Até breve.

Nota da MPHP: Comentário originalmente postado em 20/03/2007 - Aíla</description>
			<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 15:45:35 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O túmulo vazio</title>
			<link>http://www.mphp.org/jesus-historico/o-centuriao-e-os-soldados.html#comment-72</link>
			<description>Caro Tarcísio,

Muito bom seu artigo.

É lógico que interpretar intenções e identificar o que realmente
aconteceu requer uam análise muito mais aprofundada do que a que você
nos ofereceu, ou do que é possível aqui nesse breve comentário.

No entanto, de tudo o que li, uma coisa se pode dizer com certeza: depois
do terceiro dia o túmulo estava vazio.

E com isso concordam os díscípulos e os membros do Sinédrio.

Como isso aconteceu é que se discute desde o tempo em que esse trecho de
Mateus foi escrito.

Um grande abraço,
Gildemar

Nota da MPHP: Comentário originalmente postado em 19/03/07 - Gildemar</description>
			<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 15:44:28 +0100</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>

