Ajude na Pesquisa da Dengue PDF Imprimir E-mail

Mário Porto

Durante algum tempo venho procurando algum especialista para escrever algo explicando porque fracassamos no combate à Dengue, como não consegui resolvi eu mesmo me aventurar nesta empreitada.

Após nove meses deste artigo publicado, sendo ele uma convocação ao voluntariado, resolvi colocar um link desde o início para a parte em que convoco os visitantes a unir-se neste combate. Assim, aqueles que não tiverem paciência de ler os dados abaixo pulam imediatamente para a parte que interessa e tendo um computador com conexão na Internet entrem nesta empreitada e ajudem a salvar vidas. Não custa nada, só o emprestímo de parte do seu processador que trabalhará nas horas ociosas de sua máquina sem nenhum prejuízo para seus trabalhos.  Entre como voluntário JÁ.

Desde que entrei no programa, em setembro de 2007, já acumulei mais de 900.000 pontos, minha posição no ranking é cerca de 16.500 entre mais de 430.000 participantes e estes dados servem apenas para expressar minha satisfação por ter entrado nesta luta. Junte-se à minha equipe e tenha também este prazer.

Toda vez que se aproxima o verão crescem as preocupações com a doença. Não que não exista por parte das autoridades uma preocupação constante. Aqui no Rio de Janeiro, não sei se pela recente realização do PAN, deu para notar bastante no início de 2007 a presença dos vigilantes sanitários. Há cerca de 4 anos, quando morava na Zona Sul, a Dengue era para mim algo que ocorria na Zona Oeste, estatística de telejornal.

Em 2003 mudei-me para a Barra e a dengue começou a ser algo mais real na minha vida. Primeiro pelas constantes visitas de vigilantes sanitários na minha casa, depois, mais tarde, a descoberta de larvas em uma planta do nosso jardim e finalmente, apesar de todos os cuidados aprendidos e tendo a certeza que a larva não foi gerada em nossa casa, ao contrair a doença em maio de 2007.

É uma doença devastadora e só quem contraiu pode ter uma noção exata.

Olhando o mapa de infestação do mosquito em todas as regiões do país de 1990 para cá vemos que a despeito de todas as políticas de saúde contra epidemias estamos perdendo esta guerra. A razão me parece ligada a maior importância dada ao combate ao mosquito do que ao controle do nascimento de larvas. E isto tem relação com a participação da população e conseqüentemente com o grau de informação da mesma.

As figuras abaixo mostram, por exemplo, a infestação do Aedes Aegypti no Estado de São Paulo de 1985 a 2005.

Infestação Aedes Aegyptis SP-1985

 

 

 

Infestação Aedes Aegypti SP-1995


 

 

Infestação AedesAegypti SP-2005

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se a população não se engajar evitando as práticas incorretas de acúmulo da água em lajes, vasos, pneus, lixo desorganizado etc., nunca venceremos esta batalha.

** Falando em engajamento, todos que possuem um computador podem também contribuir, por exemplo, filiando-se ao programa Discovering Dengue Drugs - Together, patrocinado pela IBM e disponível na World Community Grid Filie-se e coloque as horas ociosas de seu computador em prol do combate mundial à dengue. Criamos até um time dentro da comunidade denominado MPHP. Após filiar-se à WordCommunityGrid, filie-se também ao nosso time. Assim que obtivermos uma massa crítica de membros poderemos lançar algum desafio dentro do programa.

Qualquer dúvida ou informação requerida utilize os mecanismo de interação da MPHP, tais como o serviço de comentários do artigo.

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Comentarios (1)add
comentario
escrito por ANDREIA CRISTINA FIGUEREDO , 03 abril 2008
smilies/cheesy.gif ADOREI,VC AINDA ME AJUDOU A FAZER UM TRABALHO SOBRE A DENGUE.
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