O Comentário de Um Cientista Cristão. PDF Imprimir E-mail

Felipe Mogan

Em 04/01/2003 recebemos no Livro de Visitas da MHP o comentário de alguém que se denominou Cientista Cristão. Na verdade em outra participação ao solicitar senha para entrada em área privada do site ele forneceu seu nome, que não divulgaremos aqui pois parece não ter sido esta a sua vontade quando fez o comentário no GB. Resolvemos então, num primeiro momento, reproduzir aqui o comentário do Livro de Visitas, pois seríamos obrigados por questões operacionais, devido ao tamanho, a resumi-lo e não queremos dar nem a mais leve impressão de qualquer censura. Ao mesmo tempo que o Comentário, publicaríamos aqui nossa resposta a tão longa crítica ao site, ao proprietário deste e a seus artigos.

No entanto, surpreendentemente, isto gerou protestos do nosso Cientista Cristão que nos acusou de radicalismo e totalitarismo, quando pretendíamos apenas tornar a leitura mais fácil a todos os visitantes. Ter o comentário no site proporciona o mesmo tipo de exposição do GB mas com melhores condições de leitura. Mas o nosso comentarista nos acusou de estar querendo usá-lo "como escadinha" e de "intentos manipulativos". Outra acusação foi em cima do fato de termos sugerido aos leitores que primeiro lessem o comentário do "Cientista" para depois lerem nossas respostas. Esta sugestão óbvia, pois não se pode ler as respostas antes das perguntas, gerou libelos sobre "necessidade de imposição e "necessidade de tutelar". Como não tivemos nenhuma destas intenções retornamos o imenso comentário para o
Livro de Visitas e deixaremos aqui, apenas as nossas respostas.

Como se percebe, e assumo mea culpa, pois já cansaram de me avisar; este tipo de crente não deseja discutir qualquer idéia. Por falta de argumento partem para provocações e agressões tendo como alvo a pessoa e não o tema em discussão. As idéias ficam numa posição marginal. É tão evidente a ira e o ódio que se um leitor pudesse sentir apenas os ânimos, sem ver o conteúdo, imaginaria que nós é que representamos os cristãos no ato de oferecer a outra face. Seus ataques pessoais chegaram ao ponto de sugerir: "Alguem tem que pegar o autor deste site e fazer o mesmo "rechecar" tanto de sua vida, traumas, experiencias, escolas e influencias...".(sic)

Este é um argumento comum dos crentes. Escrevi assim em
O que o Ateísmo:

"Ao discutir ateísmo, muitos religiosos adotam o seguinte procedimento: se tudo o mais falhar, apele para a psicologia. Se não conseguir derrotá-lo no campo das idéias, transforme-se em seu terapeuta. Os religiosos jamais conseguirão eliminar da face da terra os ateístas, confinando-os a um asilo onde possam ser ignorados. Rotular o ateísmo como um problema psicológico é uma fraqueza".

Os crentes não podem imaginar a felicidade fora da fé. Outra fraqueza. Sugiro que os nossos visitantes crentes leiam a brilhante descrição feita por Somerset Maugham, sobre o instante quando descobriu que não tinha mais fé. Só para desmentir as ilações do nosso comentarista, não tenho nenhum trauma. Completo este ano, 35 anos de casamento (com a mesma mulher) tenho três filhos bem criados, gozando de sucesso profissional e pessoal reconhecido entre seus pares e amigos. Professam fé religiosa cada um em sua exata medida, em maior ou menor grau, desde católico só pela tradição até católico crismado. Minha esposa é o que se poderia dizer uma adepta do sincretismo religioso. Acredita em todas as religiões das afros à católica romana com passagens pela evangélica, espírita e umbandista. Tem em casa uma coleção invejável de obras sacras incluindo uma peça autêntica do século 17. Não que eu não deseje "passá-la nos cobres".

E pasme o Sr. Cientista Cristão, não interfiro em nada disto!

Estes supostos biblicistas nem mesmo conhecem profundamente as passagens e a palavra que repetem como papagaios. Mas eu prometo: Esta é a última fez que caio na esparrela de debater com estes lapantanas. Nenhum deles merecerá um segundo sequer de meu tempo para resposta. Aquilo que escrevem no Livro de Visitas ficará como monumento à intolerância, a ignorância e ao ódio. Os nossos visitantes saberão avaliá-los.

Este site, completando seu 7º ano online, não precisa de "escadinhas" deste tipo. Temos nossas escadas solidamente apoiadas em Universidades no Brasil e no Exterior bem como em inúmeras organizações nacionais e internacionais que nos referenciam.

No seu retorno ao Livro de Visitas nosso comentarista sugeriu que havia colocado mensagens que não se encontravam mais disponíveis. Mais uma provocação, pois nenhuma das estulticias que postou foi retirada. Reafirmo, que elas continuam e continuarão lá como marca da intransigência que os caracteriza.

Outra absurdo que ele disse em seu retorno, denotando pura provocação por eu ter repetidamente em outros textos afirmado que os comentários deste tipo normalmente não possuem uma identificação válida, foi afirmar que eu não me identifico completamente. Ora, tenho um site com uma página que apresenta praticamente todas as caminhadas de minha vida, meus e-mail são todos válidos, meu nome está no site. Onde está incompleto? Não possuir meu nome completo no site? Ele estava apresentado até início de 2000 mas resolvi retirar, pois existem internautas e internautas!

De uma coisa eu me penitencio. Não havia percebido que outro comentário mais abaixo, alguns dias antes e sob outro nome, era da mesma pessoa. Neste ele diz: "mas muito carinho e respeito por sua pessoa humana preciosissima para Deus e par mim!" (sic). Então, parece que o sentimento que tive na segunda mensagem quanto a ele me desejar ardendo no fogo eterno, foi uma má percepção da minha parte. Mas, infelizmente, não pude deixar de sentir isto. Aliás, aprendi na minha vida profissional, em treinamentos de comportamento gerencial, que o que importa não é como pensamos que impactamos uma pessoa, mas sim como esta pessoa foi realmente impactada. E o que senti foi o desejo de que eu queimasse no inferno. "Graças a Deus (oops) inferno não existe".

A partir de agora, entramos naquelas respostas que eu havia preparado para serem acopladas ao comentário e que agora estão isoladas dele. O comentário permaneceu nesta página por apenas cerca de 48 horas. Não mudei nada no texto original.

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Sugerimos que seja, primeiramente, feita a leitura do comentário (logo abaixo [Obs: não está mais]) para então retornar a este início e ler minhas respostas.

Não é nossa prática responder a este tipo de comentário, normalmente, deixados por crentes. Os comentários desfavoráveis à HP não chegam a 20% de todos os comentários. Não temos a ilusão de que estes índices representem a aprovação de nossas idéias na sociedade. Sabemos que a maioria dos que deixam comentários são exatamente aqueles que se identificam conosco. Somos cientes que o índice de nossas idéias está situado algo entre 5% e 8%. Estes números são compatíveis com a parcela da população que teve oportunidade de atingir elevados níveis de intelectualidade e de cultura.

Não existem ateístas incultos enquanto a ignorância é fermento para a fé.

Por outro lado, temos notado uma crescente quantidade de libelos de fé como este, parecendo demonstrar algo orquestrado. Portanto, também devido ao tamanho e diversidade da crítica resolvemos responder alguns dos questionamentos, na ordem em que aparecem. Pode vir a ser interessante e profícuo para o próprio site e seus inúmeros leitores.

Primeiramente, não montamos um site objetivando remover a fé de quem quer que seja. Nosso objetivo é fornecer informações para quem não tem fé e se sente culpado por isso. Pretendemos mostrar que não há razões para admitir-se culpado e portanto não se deve ter medo de ser feliz sem fé. Aqueles de fé arraigada como você, dificilmente, perderão esta fé ao ler nossos textos. Eu classifico como difícil, mas não como impossível.

Quantos aos endemoniados, desde que a psicanálise definiu a esquizofrenia e os distúrbios bi-polares esta questão de expulsão de "espíritos" perdeu sua natureza sobrenatural. Assistir aos espetáculos de animismos e exibicionismo nos palcos da Igreja Universal do Reino de Deus é algo grotesco e somente pode gerar pena das pobres pessoas exploradas, criminosamente, pelos pastores daquela Igreja.

Parece um lugar comum qualificar os ateístas ou pessoas que escrevem e divulgam textos como os nossos de vaidosos ou egocêntricos. Por que somos vaidosos? Seria vaidade toda forma de produção intelectual ou artística que não seja sobre a fé? Seria egocentrismo acreditar no homem e na sua capacidade de resolver seus problemas, conduzindo sua vida sem a necessidade de apoiar-se em muletas espirituais?

"Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios NA SUA PRÓPRIA astúcia."(1 Coríntios 3:19)

Esta passagem define a essência da estratégia da fé. O conhecimento aniquila a fé, por isto deve-se lutar contra a sua disseminação assim como a Igreja Católica combateu Copérnico e Galileu e modernamente as Igrejas se arrepiam com as descobertas proporcionadas pelo projeto Genoma Humano. Mesmo sobre as evidências incontestáveis da ciência, muitos cristãos ainda teimam em afirmar que o nosso universo tem no máximo 6.000 anos de idade. Criaram até uma "aberração" que consideram ciência e chamam de "ciência do criacionismo" e pretendem que ela seja ensinada nas escolas. Temos ou não temos que combater, ferozmente, esta estupidez? Aliás, na questão da manutenção da ignorância muitos políticos retrógrados deste país têm agido dissimuladamente para manter o povo sem instrução e assim garantir, pelo voto obrigatório, suas eleições.

Refutar, discutir e polemizar os fatos apresentados é o que se espera na pesquisa sobre o Jesus Histórico. Ciência não é produzida com "achismos" mas através da utilização de métodos científicos e criação de hipóteses que possam ser falseadas. A descoberta arqueológica de uma urna, supostamente, de Tiago, irmão de Jesus, não estabelece imediatamente sua veracidade. Metodogias da ciência arqueológica precisam ser aplicadas para se atestar a veracidade, assim como a autenticidade do Sudário de Turim ainda é discutida após tantos séculos. Por outro lado, não negamos a existência de um personagem de nome Jesus e sim discutimos o que se diz que ele teria dito ou realizado. Sobre isto leia
"Existe um Jesus Histórico?".

Compreendemos que acompanhar estas teses e métodos utilizados para analisar historicamente as escrituras não é tema para leigos e portanto a maioria dos fiéis dificilmente terá acesso a estes estudos. E se tiverem, é pouco provável que possam compreender. Infelizmente, uma pequena elite intelectual, nela incluídos os dirigentes de muitas Igrejas, têm acesso e entendimento destes estudos. Obviamente, estes dirigentes tapam o sol com a peneira e escondem estas verdades embaixo dos tapetes suntuosos de seus templos.

Charlatanismos existem em todos os ramos do conhecimento. Citar Von Daniken como exemplo de estudo científico só pode ser uma piada ou argumentação da má fé. Oportunistas sempre existirão e a sua idéia de um livro sobre Jesus e Judas até pode dar um "bom caldo". Não sei se você deu o exemplo ao acaso ou já andou lendo sobre as incongruências do relato da paixão sugeridas por Marcos.

Vejamos isto:

No episódio do julgamento e crucificação de Cristo, o autor de Marcos se engaja em um arranjo delicado sobre a questão da responsabilidade pela morte de Jesus: entre Judeus e Romanos, entre a organização da Igreja judaica e o braço secular do Império Romano. Marcos sabia muito bem que só o governador Romano poderia condenar um homem à cruz, mas ele também queria adjudicar aos líderes do povo judeu e ao próprio povo judeu como um todo, um papel igual, se não maior, na execução de Jesus.
E então, através de sua estória Marcos cria a cena com os sacerdotes, escribas e anciões tramando contra Jesus e são estas forças que primeiro o prendem no Jardim de Getsêmani. Ele inventou um seguidor de Jesus, com nome muito sugestivo de Judas para simbolizar todos os judeus, o qual entrega Jesus a seus inimigos e conduz a patrulha de encarceramento até ele. E é o Sumo Sacerdote e o Sinédrio que, primeiramente interrogam, Jesus e zombam dele, o acusando de blasfêmia e de merecedor da morte, usando argumentos que nunca fizeram sentido. Na verdade, a inteira circunstância do julgamento diante do Conselho Judaico, tal como descrito por Marcos, burla tantas convenções e proibições que alguns especialistas tendem a rejeitar sua real historicidade.
Quando Jesus é finalmente levado ao governador Romano, Marcos faz Pilatos se comportar de uma maneira inteiramente descaracterizada daquilo que conhecemos das fontes históricas e das políticas romanas em geral. Fazendo Pilatos aceitar que as demandas dos líderes judeus sobrepujassem suas tentativas de libertar Jesus, fazendo a multidão escolher Barrabás sobre Jesus (uma opção que nenhum governador da Judéia nunca tinha oferecido, além de não existir registro de tal política romana em nenhuma outra ocasião), Marcos coloca a responsabilidade principal pela morte de Jesus aos pés dos judeus.
Quando Pilatos finalmente lava as mãos no episódio, a brutalidade romana assume sua posição e Jesus é posteriormente zombado, martirizado e finalmente crucificado. Mas os judeus, imediatamente, reentram em cena na zombaria dos espectadores ao pé da cruz com sua obstinada descrença, em contraste com o centurião Romano que declara num ato de fé que: "realmente este homem era o Filho de Deus". Finalmente, Marcos traz o próprio Deus na cena para esconder a face do sol atrás de um céu escurecido, para repudiar seu povo traiçoeiro rasgando o véu do seu santuário sagrado. Marcos então estabelece o castigo para o destino infeliz dos judeus nas mãos dos cristãos e da Igreja cristã nos próximos dois milênios. E Mateus selará sua ferocidade com a mais nefanda linha de ficção jamais "canetada": "Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos".

Não tivesse Marcos criado esta ficção, muito provavelmente o holocausto judeu na 2ª Guerra Mundial não teria tido condições reais de acontecer. Certamente, o episódio da paixão ocorreu de forma diferente do relatado pelo autor de Marcos, mas isto não é tema para desenvolvermos aqui.

Você faz ilações sobre a possibilidade de ganhos de dinheiro. O site está no ar há sete anos e até agora gera apenas despesas e não existe nenhum projeto de torná-lo comercial. E se tivesse que mal há nisto? Por acaso os editores das Bíblias as produzem e distribuem gratuitamente? No entanto o FCB (Fórum Cético Brasileiro), ao qual somos filiados está prestes a se tornar numa organização sem fins lucrativos. Sem fins lucrativos não quer dizer que distribuiremos, gratuitamente, nossas produções. Em breve teremos uma organização forte repleta de "Grandes Cérebros" (sic) para ser portadora das idéias dos céticos brasileiros nos moldes do CHS (Council for Secular Humanism).

Quantos aos aidéticos curados, volta nesta questão o problema dos métodos científicos. Como foram determinados os diagnósticos de doença e de cura? É muito fácil afirmar que A ou B se curou de AIDS sem apresentar as provas cabais. E se tudo for considerado de acordo quanto aos diagnósticos, ainda resta o fato, comprovado pela própria ciência, de que principalmente, no caso de doenças auto-imunes a disposição positiva do paciente pode produzir resultados espantosos. E então a fé pode ter ajudado sim, mesmo sem a presença de nenhum "Jesus Vivo" na cura.

Pareceu-me surpreendente, e é a primeira vez que isto ocorre em comentários de crentes, eu notei um leve desejo pela minha condenação eterna. Não devia você orar pela minha pobre alma ao invés de me prognosticar o fogo eterno?

Finalmente gostaria de afirmar que o Jesus dos ditos de "Q", do mandamento do amor, do Evangelho de Tomé, que aliás deveria ser lido pelos crentes, é uma pessoa admirável e incontestavelmente influenciou direta ou indiretamente mais da metade da humanidade. É exatamente por isso que se constitui no personagem mais estudado da história. Sinto enorme prazer em estudar a vida e os desenvolvimentos dos mitos criados em torno deste homem, mas tenho plena convicção de que se voltasse realmente à Terra, consideraria como heresia tudo o que se montou em seu nome.

Segue abaixo a íntegra de seu comentário, no mesmo formato apresentado no Livro de Visitas:

OBS: Não segue mais, Ver no GestBook! páginas 26 e 27 (seqüência cronológica de 27 para 26)

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Irracional
escrito por Jorge Stein , 10 novembro 2010
Algumas pessoas pensam que irracional é apenas o que não pode ser explicado ou aquilo que foge da razão.
Penso diferente: Irracional é aquilo sobre o que não se aplicou a razão e, protanto, não foi arrazoado.

Acho que o fato de uma pessoa ter ou não traumas não afeta em nada sua vida no que tange a fé, afinal, pessoas que não crêm podem ter traumas e continuar não crendo e o oposto também é verdadeiro. Outras máximas cristãs sobre como uma pessoa só pode ser feliz se for cristã pode ser negada racionalmente, bastando olhar quantos cristãos são infelizes.

Mas, penso que se você observasse todos os argumentos e fosse racional ao avaliar cada um deles, veria que um mundo sem Deus e sem a imortalidade é impossível. Tanto o cristão que se fecha em uma concha e não avalia o mundo e as posições a sua volta erra como aquele que se alega materialista, racionalista, seja lá que ista for e não racionaliza a possibilidade da fé.

Veja que sua esperança é morrer. Veja que no final sua esperança é o nada. Você poderia acrescentar à sua lista de ismos o niilismo, afinal, tudo caminha para o nada. Sua esperança é vã. Para que ficar casado por 35 anos, afinal, amor e sentimento é algo fútil, apareceu por necessidade biológica, mas em contrapartida a necessidade de sexo e de espalhar os gens é mais bem fundamentada biologicamente falando, assim, naturalisticamente, casamento é uma balela.

Veja que ser irracional tem dois lados e como Baise Pascal eu prefiro avaliar os dois lados de minha mesa antes de fazer minhas apostas, afinal, se Deus não existe, se o nad aé a minha esperança, se não existe o espiritual, terminarei no nada. Assim, do outro lado da mesa está a opção de existir, de se esperar de se poder ter algo melhor, algo novo... se estiver errado, somente terei o mesmo que antes, o nada. Ora entre o nada e a possibilidade de algo eu já sei onde fazer minha aposta, afnal, não tenho nada a perder...

Creio que posso ser cristão e ser mais racional que um racionalista...


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A intolerância dos crentes
escrito por Baltazar santana , 19 março 2011
A Evolução da sociedade acabará em breve tratando como crime a intolerância dos crentes, e isso é uma profecia! E comentarista acima, Jorge Stein resolveu ficar em cima do muro, por interesse, como sempre, pela vida eterna, o que já te condena de cara, e Stein, senão engano sigifica pedra, legítmo cabeça de pedra e sua aparente inteligência é feita de cascalho. Jorge, o morno.
Mas caro Felipe, por acidente li seu texto agora, 19/03/2011, ou seja, as respostas antes das perguntas. No entanto, nem preciso ler as perguntas, sei exatamente o que vou encontrar lá. É sempre as mesmas coisas. Não aguento mais essas citações idiotas tiradas de textos de 2000 anos, textos tendenciosos, que foram escritos para agradar aos romanos. Nalgum lugar já se considerou Pilatos um santo! Ora, sabe-se que ele era um sangunário cruel e mandou matar tanta gente que dias depois não se lembraria mais de jesus. Só nãO entendo o que esses malucos ver buscar aqui, em sites racionais. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
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